Há 30 anos, Arapiraca vive um ciclo que transformou e continua transformando não só a sua topografia, mas, muito principalmente, a sua fenotipia. Explico: o que tem na balança para ser pesado são dois elementos da mesma moeda. A olhos vistos, nesse quarto mandato de Luciano Barbosa, não se pode negar que Arapiraca vem se modernizando, redefinindo caminhos e comunidades, alargando estradas, acessando o futuro de maneira tecnológica, humana e continuamente certa de que o passado é alicerce, e o presente é a porta aberta que está dando passagem e acessando a tão sonhada cidadania plena. Por outro lado, há um fio invisível que liga decisões, nomes e destinos, como se a cidade fosse também um organismo de memória, onde cada gesto público deixa marcas.
A atual gestão parece compreender esse mecanismo com a naturalidade de quem aprendeu a ler o ritmo da terra. Com o apoio da Câmara de Vereadores, não se trata apenas de disputar espaços, mas de ocupá-los exaltando a continuidade. E continuidade, aqui, parece não ser palavra vazia: é método, é estratégia, é permanência, é investimento que chega com mais frequência do Distrito Federal.
Daniel Barbosa é esse elo, e vem se firmando, invariavelmente, como canal aberto entre o município e Brasília. As verbas que chegam não são apenas números em planilhas, transformam-se em obras, em serviços, em sinais concretos de presença estatal. Para muitos, é a prova material de que essa engrenagem funciona.
